quarta-feira, 10 de abril de 2013



    
                              Olá alunos queridos!

     Estava sem computador e com problemas de saúde por isso a    ausência física e virtual.
     Peço que me desculpe. Mas agora estou bem  e de notebook novo.
        Colocarei algumas atividades relacionadas à matéria de História .
       Estarei avaliando seus  cadernos  pois tiveram aula de eventual e foi  dado atividades.

       Abraço a todos!

A PARTILHA DA ÁSIA


           

        

 Partilha da Ásia

Cobiçado pelos europeus por suas especiarias, jóias, sedas, ouro, marfim, musselina, porcelanas, mostarda, cânhamo, chás, o continente asiático também foi alvo do imperialismo das potências ocidentais.
Os ingleses aportaram no litoral da Índia pela primeira vez no século XVII e aos poucos foram desalojando comerciantes de outros países europeus para manter o monopólio do comércio no país.

A PARTILHA DA ÁFRICA E CONFERÊNCIA DE BERLIM

                


Partilha da África

No início do século XIX havia estabelecimentos europeus permanentes na África situados, somente, no litoral de Angola, Moçambique e Guiné ( colônias portuguesas desde o século XV e XVI)  Cabo ( colônia inglesa desde 1806).
No decorrer daquele século a realidade africana mudou .A cobiça dos colonialistas foi a descoberta  que as terras africana eram ricas em ouro e pedras preciosas, principalmente diamantes.
                     
           
              CONFERÊNCIA DE BERLIM




Para oficializar a partilha da África, as potências industrializadas  se reuniram em Berlim no ano de 1885, sob o comando do Primeiro-Ministro Bismarck. Nessa conferência, essas grandes potências fizeram um novo mapa da África, atendendo aos seus próprios interesses.
Esse mapa misturava culturas e línguas diferentes e separava povos que tinha grande identidade cultural, o que contribuiu para que ocorressem guerras e disputas violentas entre os próprios africanos das quais algumas se prolongariam até hoje

IMPERIALISMO ou NEOCOLONIALISMO na ASIA e AFRICA no século XIX






IMPERIALISMO OU NEOCOLONIALISMO na ÁSIA e ÁFRICA no século XIX.

    No século XIX as Nações ricas e industrializadas europeias (Alemanha, França, Inglaterra,      Bélgica, Itália...), Japão e EUA entraram numa disputa pelos territórios da Ásia, África e Oceania. Os motivos desta corrida colonialista  foram:
·         novos mercados consumidores e produtores de matérias-primas ( ferro, cobre);
·         Mercado de trabalho para o desemprego europeu;
·         Teoria das raças, onde a branca européia era superior à negra africana e à amarela asiática;
·         Missão civilizadora para com os povos “atrasados”.

                DEFINIÇÂO DE IMPERIALISMO

Segundo Laima Mesgraves “O imperialismo caracteriza-se pela dominação Política, econômica e cultural, direta ou indiretamente, de uma nação mais rica e poderosa sobre outra mais pobre e fraca”. 
                


CAPITALISMO e SOCIALISMO 8 series 2013


       Leia os textos  sobre os sistemas econômicos dos séculos XX e XXI no livro didático
             A Vontade de saber HISTÓRIA- 9 ano p.15 e responda as questões abaixo:

   1. Quais os pressupostos básicos do sistema capitalista?
   2. O que significa o " direito à propriedade privada?
   3. Quem é o " capitalista"?
   4. O que são meios-de-produção e quem os possui?
   5. Como o capitalista obtém o lucro?
   6.O que as pessoas que não possuem meios-de-produção fazem?
   7. Qual o ponto principal do liberalismo?
   8. Como se caracteriza  o sistema socialista?
   9. Qual a função do Estado,no socialismo?
   10. Quais as principais características do socialismo?

Conceitos importantes para História



Ler os textos sobre os Conceitos importantes para História: Cultura, trabalho (social), Política, Economia do Livro Vontade de Aprender HISTÓRIA - 9 ano na pagina 14 e responder a questão 7 ( A a D).

DEFINIÇÃO DE hISTÓRIA 8a series 2013





ATIVIDADES EM CLASSE:
- Leitura silenciosa dos textos sobre a definição de História e sua importância, sujeitos históricos,  tempo      ( cronológico; natural e histórico) e fontes históricas . p.10-13 do livro didático VONTADE DE APRENDER HISTÓRIA . 9 ano
 -Interpretação de texto escrito através das questões de 1 a 6 do livro didático VONTADE DE APRENDER HISTÓRIA . 9 ano


" QUANDO O DINHEIRO FALA, A VERDADE CALA" (Proverbio chinês)
  

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Exercícios de algarismos romanos e períodos históricos



                 
                                       " A alegria é irmã da saúde" ( Provérbio chinês)

    Olá queridos alunos!
    Quem tiver curiosidade sobre Quem inventou os algarismos romanos? clique no link abaixo:
                     http://www.recreio.com.br/licao-de-casa/quem-inventou-os-numeros-romanos

    Segue abaixo os exercícios sobre algarismos romanos e períodos      históricos passados em sala de aula!

   1. Transforme os algarismos indo-arábicos em algarismos romanos:

     a) 3=          b) 9 =        c) 18=       d) 21=            e) 75=
       
     f) 1900=             g) 840=              h) 47=             i) 333=


 2. Coloque os períodos históricos referente a cada ano abaixo:

    a) 1 milhão a.C=
    b) 1503=
    c)  358=
    d) 1207=
    e) 2013=
     f) 1750=

PÓS CARNAVAL 2013 - O ano da serpente




           
                    " Somos do tamanho dos nossos sonhos"
                                                      ( Fernando Pessoa)


  
                                   Olá garotada!!!
                                   O carnaval acabou, 
                                   o horário de verão acabou 
                                   e o ano letivo de 2013 acabou...
                                   de COMEÇAR...
                                   Agora, então, vocês tem muito
                                   o que ESTUDAR!
                                   Mãos à obra.


             



segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

REVISÃO DIVISÃO da HISTORIA OCIDENTAL



Divisão da História Ocidental

Os historiadores, para melhor estudar, dividiram a história Ocidental em Períodos : Pré-história; Idade Antiga, Idade Média, Idade Moderna e Idade Contemporânea.
Pré-história- Período que compreende o surgimento do homem (2milhões de anos) até o surgimento da escrita (4000 a.C).
Idade Antiga- Desde o surgimento da escrita (4000 a.C) até a Queda do Império Romano do Ocidente (476).
Idade Média- desde a Queda do Império Romano do Ocidente (476) até a Queda de Constantinopla (1453).
Idade Moderna- compreende o período da Queda de Constantinopla (1453) até a Revolução Francesa (1789).
Idade Contemporânea- desde a Revolução Francesa( 1789) até os dias atuais (2012).

REVISÃO ALGARISMOS ROMANOS


" PREFIRO PERDER A  GUERRA E GANHAR A PAZ" ( Bob Marley)


Algarismos romanos
Os algarismos romanos servem para designar séculos, capítulos de livro, nomes de reis, papas, Imperadores e leis.
I- 1 
II -2 
III- 3
 IV- 4
 V- 5 
VI- 6
 VII- 7
 VIII- 8
 IX- 9
 X- 10
XI-11 
XII-12
 XIII-13
 XIV-14 
XV-15 
XVI-16
 XVII-17
 XVIII-18
 XIX-19
 XX-20
XXX- 30 
XL-40
 L-50
 LX-60
 LXX-70
 LXXX-80 
XC-90 
C-100 
CC-200
CCC-300
 CD-400 
D-500
 M-1000

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Volta às aulas 2013 .O Mundo não acabou!!!!




Olá queridos alunos(a)!
Desejo à todos um bom ano com muita garra e força de vontade para aprender a aprender e ter um lugar ao sol neste mundo tão frio e desumano!
O mundo não acabou , mas as férias sim!
Sejam bem vindos ao mundo do conhecimento!
Bom retorno.

Profa. Sandra Lúcia

sábado, 15 de setembro de 2012

8a série MUNDO PÓS- GUERRA




Se não sabes, aprende; se já sabes, ensina.
Confúcio

A derrocada do Eixo
A partir de 1942, os Aliados ( França, Inglaterra, EUA, URSS) começaram a reverter a vantagem inicial do Eixo ( Alemanha, Itália e Japão), devido á entrada dos EUA na guerra e ás vitórias soviéticas contra os alemães
Em maio de 1942, os norte-americanos investiram na guerra submarina, procurando causar o maior número de perdas á marinha japonesa. O golpe final veio em agosto de 1945.
Tomando uma das decisões militares mis polêmicas da história, o presidente norte-americano Harry Truman autorizou o lançamento das bombas atômicas sobre as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki. Diante da destruição sem precedentes, o Japão se rendeu pondo fim á Segunda Guerra Mundial.
A ordem mundial bipolar
Após a Segunda Guerra Mundial, os governantes dos EUA( capitalista) e da URSS ( socialista) intensificaram suas disputas por áreas de influência em todo o mundo.Essa disputa ideológica, política e econômica ficou conhecida como Guerra Fria, já que as duas grandes potencias mundiais não chegarem a se enfrentar diretamente, apesar de fornecerem ajuda militar aos países com os quais se aliaram.
O terceiro Mundo
Em 1955, governantes de 29 países se reuniram na Conferência de Bandung, realizada na indonésia, e lançaram um documento em que exigiam que todos os povos tivessem o direito de se constituírem como Nações plenamente independentes, e condenavam o imperialismo e racismo.
Esses países deram início ao movimento que ficou conhecido comoMovimento dos Países Não Alinhados. Eles rejeitaram a ideia de divisão do planeta em dois blocos ideológicos, o capitalista e osocialista , e enfatizaram que o mundo, na realidade, estava dividido entre países ricos e países pobres. Dessa forma, os Não Alinhados se autodefiniram como países formadores do Terceiro Mundo; enquanto oPrimeiro Mundo seria constituído pelos países capitalistas alinhados aos EUA e o Segundo Mundo seria composto pelos países socialistas alinhados á URSS.
Fonte:PELLEGRINI, Marco C.Vontade de Saber História.SP.FTD,2009. pp.124;125;134 e 135.

8a series NAZIFASCISMO





                                                                     Nazifascismo



                                                                   Os nazistas no Poder
No início da década de 1920, a Alemanha passava por uma terrível crise econômica , com uma crescente inflação. A enorme dívida do estado alemão era agravada pela indenização altíssima que, de acordo com o Tratado de Versalhes, o governo se comprometera pagar aos países que entraram em guerra.
Nessa situação crítica, foi fundado o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães, ou Partido Nazista. O nazismo apresentava princípios semelhantes ao do fascismo, porém dava grande ênfase ao racismo. O grande líder do Partido Nazista era Adolf Hitler.
Em 1933, Hitler foi nomeado primeiro-ministro da Alemanha e, em 1934, com a morte do presidente alemão Paul Von Hindenburg, assumiu a presidência do país.
Hitler era extremamente autoritário, contava com o apoio da burguesia e promoveu uma intensa mobilização popular, utilizando a propaganda e os meios de comunicação como rádio, out doors, panfleto, cinema... Ele acabou com o federalismo, centralizando o poder do Estado em suas mãos, e adquiriu poderes de ditador ( totalitarismo). Além disso, intensificou a censura e aboliu os sindicatos, substituindo-os por corporações nacionais.
Hitler financiou a formação de uma milícia extremamente fiel às suas ordens, a Schutzstaffel (tropa de proteção) ou SS ( no alfabeto rúnico é o símbolo da organização), que perseguia membros de grupos sociais considerados “inferiores”, principalmente judeus, ciganos, eslavos, homossexuais, testemunhas de Jeová, além de comunistas e demais adversários políticos.
A ideologia fascista
O fascismo surgiu na Itália a partir das idéias difundidas porBenito Mussolini, que em 1921 fundou o Partido Fascista. Depois de combater na Primeira Guerra Mundial e escrever para jornais socialistas, Mussolini procurou criar uma nova ideologia política. De acordo com essa ideologia, a solução para os problemas sociais dos países seria a adoção de alguns princípios básicos, como:
· O nacionalismo, com tendências à xenofobia e ao racismo;
· militarização, com um governo autoritário e expansionista;
· corporativismo, sistema m que os sindicatos de trabalhadores são substituídos por corporações submetidas ao controle do Estado, em que participam operários e patrões.
Fonte bibliográfica:
PELLEGRINI, Marco César. Vontade de Saber História.1ª Ed. São Paulo. FTD.2009.p.90-91.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

A CRISE DE 1929 (8B,8C,8D,8E,8F,8G,8H)



A CRISE DE 1929


A quebra da Bolsa de Valores

O clima de prosperidade nos EUA parecia durar indefinidamente, gerando uma febre de investimentos em ações na Bolsa de Valores. As ações subiam de forma artificial, isto é,, não correspondiam ao crescimento real da economia. Isso aconteceu principalmente porque os consumidores procuravam manter um nível de vida mais alto que a realidade econômica permitia, gerando ondas de empréstimos garantidos por hipotecas. Mas, a partir da metade da década de 1920, o crescimento econômico desacelerou, pois a recuperação da industria e da agriculturas européias tornou a Europa menos dependente dos produtos importados dos EUA.
O dinamismo do mercado interno norte-americano também foi prejudicado pela queda dos salários pagos aos trabalhadores. Assim o consumo diminuía acompanhando a queda no poder de compra, mas as indústrias continuavam produzindo, gerando estoques que ficavam encalhados, desencadeando uma crise de superprodução. O preço das ações, no entanto, continuou subindo, até que se tornou evidente que não havia correspondência entre essa euforia e a situação real das empresas que começaram a falir. Os investidores correram para vender suas ações, mas já não havia compradores e o preço delas despencou. A euforia dos investidores deu lugar ao desespero, e o mercado de ações entrou na crise que levaria à grande quebra ( crash) da Bolsa de Valores De Nova Yorque, em outubro de 1929, iniciando a Grande Depressão.

A Grande Depressão

A grande Depressão pode ser definida como um período de recessão econômica
Que durou desde a crise de 1929 até o final da década de 1930. Nos EUA, durante os primeiros anos após a quebra da Bolsa, mais de 9 mil bancos faliram e cerca de 300 mil empresas foram fechadas, causando o desemprego de cerca de 12 milhões de trabalhadores ( 25% da mão-de-obra norte-americana).
Os reflexos da crise foram sentidos em todos os países capitalistas, principalmente na Europa e América Latina, onde havia grande dependência dos empréstimos e investimentos norte-americanos. Os credores norte-americanos, no entanto, começaram a cobrar os empréstimos de curto prazo e cortaram os investimentos externos e as importações. Em 1932, na Alemanha, havia quase 6 milhões de desempregados. O desemprego chegava a níveis altíssimos no mundo inteiro.


O NEW DEAL

Em 1932, Franklin Roosevelt foi eleito presidente dos EUA. O país estava no momento mais crítico da Grande Depressão e necessitava de medidas urgentes para enfrentar a crise.
Roosevelt rompeu com os princípios econômicos liberais e procurou salvar o capitalismo por meio de reformas econômicas dirigidas pelo Estado.
Este programa de reformas ficou conhecido como New Deal ( novo acordo).O plano consistia em grandes investimentos em obras públicas ( usinas hidrelétricas, pontes, estradas), com a finalidade de reduzir o desemprego que assolava o país. O governo também promoveu o financiamento da produção agrícola e industrial, salvando os produtores rurais que haviam hipotecado suas propriedades e os industriais que não tinham como pagar suas dívidas.
Essa ajuda veio acompanhada da interferência do Estado no mercado, controlando e limitando a produção de mercadorias, a fim de evitar novas crises de superprodução.Medidas trabalhistas também fizeram parte do New Deal, como a liberdade sindical, a redução da jornada de trabalho sem diminuição de salários, a fixação do salário mínimo, o seguro desemprego e o auxílio aos idosos. Embora de forma lenta, o programa teve efeitos positivos e a economia voltou a crescer, diminuindo o desemprego e aumentando o poder de compra dos trabalhadores.


Fonte: PELLEGRINI, Marcos.” Vontade de saber História”.9ºano. FTD. SP.p 87 e 89

terça-feira, 31 de julho de 2012

BEM VINDO ÀS AULAS do 2 SEMESTRE de 2012

 Olá garotada!

Como o tempo passa rápido, não é mesmo?

Já estamos no segundo semestre de 2012 e gostaria de desejar boas vindas e  muito fôlego para estudar a fim de passar para a série seguinte com notas boas e grande aprendizado.

Boa noite e Até amanhã.

Com carinho e dedicação .

Profa. Sandra Lúcia.





domingo, 3 de junho de 2012

O CORONELISMO Para as 8B,8C,8D,8E,8F,8G,8H






O coronelismo

            Para que os governadores conseguissem garantir a eleição de deputados favoráveis ao governo federal, eles faziam alianças com os coronéis, que eram grandes proprietários rurais. Os coronéis se aproveitavam do poder que exerciam sobre a população pobre para garantir os votos que desejavam. Essa dominação ficou conhecida como Coronelismo  e só foi possível devido a opressão que os proprietários da terra exerciam sobre os camponeses, dependentes da terra e da “proteção” do coronel.

A política dos governadores PARA AS 8B;8C;8D;8E;8F;8G;8H


                                            



 
A política dos governadores
             A eleição do paulista Prudente de Morais, em 1894, marcou a ascensão dos grandes cafeicultores ao comando político do país. Nessa época, os presidentes do Brasil procuraram fazer alianças com as elites regionais, implantando a política dos governadores.
            A política dos governadores possibilitou que os oligarcas mantivessem o poder em suas mãos por 35 anos. Esse período político do Brasil foi chamado, informalmente, de Política de Café com Leite, pois os dois estados que tinham maior representação política nessa época, São Paulo e Minas Gerais, eram grandes produtores e exportadores de café e, além disso, uma imensa produção leiteira.

As Oligarquias assumem o poder . Para as 8B,8C;8D;8E;8F;8G e 8H


As oligarquias assumem o poder

            Durante a República Velha (1889-1930), as oligarquias locais, que já detinham o poder econômico, assumiram também o poder político.
            No período da República, o país foi governado por dois presidentes militares: Deodoro da Fonseca e, depois, Floriano Peixoto. Esses militares tinham como objetivo principal garantir a consolidação do regime republicano enfrentando grupos políticos descontentes com o fim da Monarquia. Além disso, esses presidentes se empenharam em promover uma maior centralização do poder e entraram em confronto com os grupos regionais que desejavam maior autonomia em relação ao governo federal.
            Durante o seu governo, Deodoro assumiu uma política autoritária e centralizadora, provocando descontentamento dos cafeicultores.  Esses cafeicultores formavam oligarquias que detinham o poder econômico do país em função dos lucros obtidos com a exportação do café. Eles haviam apoiado o golpe contra a monarquia, porém rejeitavam a implantação de uma ditadura militar no país. Assim, passaram a pressionar Deodoro até que, em novembro de 1891, ele renunciou. Floriano Peixoto, o vice-presidente, assumiu o poder e procurou se aproximar das oligarquias. A união do governo federal com as oligarquias regionais possibilitou a estabilização do regime republicano. Os primeiros presidentes da Republica do Brasil enfrentaram uma série de revoltas

quinta-feira, 24 de maio de 2012

República Velha (1889-1930) para as8B,8C,8D,8E,8F,8G,8H,


                                                                       Brasil Republicano                                                                  República Velha (1889-1930)                                                 
            Na segunda metade do século XIX o Brasil passou por mudanças políticas, econômicas e sociais que colaboraram para a decadência da Monarquia e o advento da República.            Durante a maior parte do século XIX, o Brasil foi uma Monarquia governada por imperadores  ( D. Pedro I e D. Pedro II) que governou o país por quase 50 anos. Nesse período, o Brasil recebeu grandes investimentos e empréstimos estrangeiros, sobretudo da Inglaterra. Esses capitais foram investidos  em estradas de ferros e em serviços públicos como:abastecimento de água, redes de esgotos e iluminação pública necessários a crescente expansão urbana.            A partir de 1870 os grupos republicanos começaram a crescer, principalmente, em São Paulo. Mas a Monarquia ficou insustentável após a abolição da escravidão. Como o governo não indenizou os proprietários de escravos, as elites agrárias escravistas, que davam sustentação ao regime, passaram a apoiar o movimento republicano. Diante disso, setores do Exercito se aliaram aos republicanos paulistas e, sob a liderança  do Marechal Deodoro da Fonseca, deram um golpe de Estado, derrubando a Monarquia e proclamando a República em 15 de novembro de 1889.