( Chico Buarque de Holanda)
terça-feira, 25 de agosto de 2009
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Mensagem para 25/05/95
( Lourival Lopes)
domingo, 23 de agosto de 2009
Mensagem do dia 24/08/2009 ( para as 6, 7 e 8 séries)
Fernando Pessoa é o meu poeta preferido! Este trecho do texto, na lousa ficaria muito longo na net é só recortar e colar.rsrs rs rs rs rs .Bjs
:
"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um 'não'. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta. Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo..." ( Fernando Pessoa.)
"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um 'não'. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta. Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo..." ( Fernando Pessoa.)
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Tira dúvidas ( para as 6,7 e 8 séries)
Bom dia!
Espero que vcs acessem ao blog e se não entenderem, PERGUNTE P/ MIM via internet
Bjs
Meu e-mail é sandralmsantanna@gmail.com
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Atividades domiciliares( 6 G)
Atividades domiciliares para quem perdeu as aulas, nesta semana de 17/08/ à 21/08, em virtude da pandemia do vírus H1N1.
Tema: A Formação das monarquias nacionais modernas
Ler os textos e responder as questões da apostila 2 ( p. 3-10 )
A atividade da página 7 da apostila , necessita do livro didático da 6 série ( capa amarela) nas páginas 36-39.
Pesquisar ( no caderno) sobre a Reconquista da Península Ibérica pelos cristãos.
A pesquisa tem no blog da professora.
Bjaum
Reconquista da Peninsula Ibérica ( 6 G)
Reconquista Cristã
Este nome é geralmente usado para identificar a recuperação do território da Península Ibérica ocupado pelos Muçulmanos, desde a revolta de Pelágio (718) até à conquista de Granada (1492).
Na sua maioria, os autores ibéricos atribuem um "carácter de luta contínua, ao mesmo tempo religiosa e nacional".
É inquestionável que a invasão muçulmana teve uma evolução diferente das outras invasões europeias, porque, embora tenham deixado vestígios da sua presença, os Mouros nunca se miscigenaram (cultural e racialmente) com os povos autóctones. Daí resultou que os Muçulmanos fossem sempre considerados como os invasores, após oito séculos de difícil convivência.
Neste conflito a religião teve um papel primordial não só para unir os diferentes grupos étnicos (Árabes e Berberes; Francos, Bascos, Astures, Godos e Iberos) mas também para impossibilitar a assimilação e até o compromisso.
Inicialmente, os primeiros grupos de Cristãos nas Astúrias resistiram para garantir a sua subsistência e os Francos resistiram para defender as vias de comunicação com a Península Ibérica. Os Bascos dos Pirenéus e os Francos uniram-se, depois de superadas as lutas entre si, para combater o inimigo comum. Após o desmembramento do Império Carolíngio, a luta foi continuada pelos senhores locais, estes formaram os núcleos que vieram a tornar-se nos reinos de Navarra e Aragão e no condado da Catalunha.
As Astúrias aproveitaram a luta entre Árabes e Berberes (742-48) para alargar o seu território, no tempo de D. Afonso I, que destruiu e despovoou a fronteira meridional até ao Douro. Com Afonso III (886-910) foi reconquistada a faixa ocidental até ao Mondego e foram repovoadas as áreas de Portucale, Coimbra, Viseu, Lamego e Leão. Esta última cidade passou a ser o centro do reino em 914.
No século X a luta foi menos intensa, até Almançor tomar o poder e liderar várias campanhas devastadoras que fizeram recuar a fronteira até ao Douro (981-1002).
Depois, na primeira metade do século XI, a luta voltou a diminuir, devido à crise dos reinos cristãos e à fragmentação do emirado de Córdova (taifas). Fernando Magno levou a fronteira até ao Mondego (1064) e iniciou uma política de alianças e protectorados com os príncipes muçulmanos, que foram, no geral, pouco favoráveis para os invasores.
No final do século, D. Afonso VI alcançou o Tejo (1085), repetindo a mesma política de alianças e desenvolvendo a colaboração com cavaleiros francos. O seu objectivo era criar um império hispânico para reclamar a sua hegemonia sobre a península. Dentro deste contexto, foi repovoado o território entre o Douro e o Tejo e formou-se em Portugal um núcleo que pretendia a independência.
No século XII a Reconquista foi sobretudo uma acção política para desenvolver os reinos de Portugal, Leão-Castela e Aragão. A acção do rei passou a sobrepor-se sobre a dos senhores locais, com o auxílio das ordens militares e apoiada também pelo repovoamento da Estremadura e do Tejo. Simultaneamente, foi-se formando o espírito de Cruzada, sob a influência da cúria papal e das ordens militares. Dentro deste espírito travaram-se as batalhas de Navas de Tolosa (1212) e do Salado (1340) e conquistou-se o Algarve (1249), numa altura em que, na Europa central, esmorecia o ideal da Cruzada. Contudo, tal não impediu que os Cristãos aceitassem a capitulação moura e lhes dessem alguns privilégios.
Após a tomada de Algeciras (1348), a Reconquista acalmou até à expulsão final dos Muçulmanos, com a tomada de Granada (1492).
A Reconquista possibilitou explicar a formação dos reinos peninsulares medievais e as características (económicas e culturais) das maiores regiões da Espanha, integradas nos reinos cristãos em condições especiais e variáveis de caso para caso.
Como referenciar este artigo:
Reconquista Cristã. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2009. [Consult. 2009-08-19].
Disponível na www:
Bem Vindos meus queridos alunos da 6G
Olá, meus amores, em virtude da pandemia da Gripe Suína,do vírus H1N1, alguns alunos e professores estão impossibilitados de assistir ou dar aulas. E para não perder o conteúdo das aulas estou disponibilizando no blog.
Espero que estudem .
Bjs
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